Arquivo de Coluna Policial - Jornal São Roque https://jornalsaoroque.com.br/categoria/coluna-policial/ My WordPress Blog Wed, 21 Jan 2026 13:48:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://jornalsaoroque.com.br/wp-content/uploads/2025/05/cropped-jsr-favicon-32x32.jpg Arquivo de Coluna Policial - Jornal São Roque https://jornalsaoroque.com.br/categoria/coluna-policial/ 32 32 Técnico de enfermagem é preso por assassinar pacientes https://jornalsaoroque.com.br/tecnico-de-enfermagem-e-preso-por-assassinar-pacientes/ https://jornalsaoroque.com.br/tecnico-de-enfermagem-e-preso-por-assassinar-pacientes/#respond Wed, 21 Jan 2026 13:48:55 +0000 https://jornalsaoroque.com.br/?p=715 21/01/2026 – 11:00 Da redação O técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, foi preso na última segunda-feira (19), juntamente com 2 outras técnicas de enfermagem – Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, de 28 e 22 anos – em Taguatinga (DF), acusado de praticar homícidios  dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, também em Taguatinga. Conforme apurado Marcos Vinicius, de 24 anos, chefiava  um esquema formado por profissionais da saúde que teriam se valido dos próprios cargos para cometer os crimes. O técnico de enfermagem confessou os crimes em depoimento prestado na última terça-feira (20), após ser preso durante a deflagração da Operação Anúbis. O grupo teria sido responsável pelas mortes de João Clemente Pereira, de 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, de 33, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos. A Polícia Civil aponta que o técnico, em alguns casos com o auxílio das duas técnicas de enfermagem, injetou doses de medicamentos não prescrito aos pacientes. Para conseguir os medicamentos, ele acessava o sistema do hospital com a senha de um médico que ja não mais trabalhava no hospital, fazia a prescrição e pegava os medicamentos na farmacia do hospital. Não se sabe como ele conseguiu os dados de acesso desse médico, nem a razão do acesso do médico ainda estar ativo. No caso da professora aposentada, Marcos Vinícius aplicou-lhe mais de 10 seringas de desinfetante, causando diversas paradas cardíacas. A motivação dos crimes ainda está sendo investigada, sendo que os investigados confessaram o crime sem apresentar arrependimento, demonstrando frieza. A investigação deverá indiciá-los pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima. Uma das hipóteses, ainda prematura, é de que haveria uma espécie de “conluio” com alguma funerária, que “pagava” por cada morte pois ficaria encarregada do funeral, que gira entre 3 mil a 7 mil Reais. Imagem: redes sociais

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21/01/2026 – 11:00

Da redação

O técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, foi preso na última segunda-feira (19), juntamente com 2 outras técnicas de enfermagem – Amanda Rodrigues de Sousa e Marcela Camilly Alves da Silva, de 28 e 22 anos – em Taguatinga (DF), acusado de praticar homícidios  dentro da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, também em Taguatinga.
Conforme apurado Marcos Vinicius, de 24 anos, chefiava  um esquema formado por profissionais da saúde que teriam se valido dos próprios cargos para cometer os crimes. O técnico de enfermagem confessou os crimes em depoimento prestado na última terça-feira (20), após ser preso durante a deflagração da Operação Anúbis.
O grupo teria sido responsável pelas mortes de João Clemente Pereira, de 63 anos, servidor da Caesb; Marcos Moreira, de 33, servidor dos Correios; e Miranilde Pereira da Silva, professora aposentada, de 75 anos.
A Polícia Civil aponta que o técnico, em alguns casos com o auxílio das duas técnicas de enfermagem, injetou doses de medicamentos não prescrito aos pacientes. Para conseguir os medicamentos, ele acessava o sistema do hospital com a senha de um médico que ja não mais trabalhava no hospital, fazia a prescrição e pegava os medicamentos na farmacia do hospital. Não se sabe como ele conseguiu os dados de acesso desse médico, nem a razão do acesso do médico ainda estar ativo.
No caso da professora aposentada, Marcos Vinícius aplicou-lhe mais de 10 seringas de desinfetante, causando diversas paradas cardíacas.
A motivação dos crimes ainda está sendo investigada, sendo que os investigados confessaram o crime sem apresentar arrependimento, demonstrando frieza. A investigação deverá indiciá-los pelo crime de homicídio doloso qualificado com impossibilidade de defesa da vítima.
Uma das hipóteses, ainda prematura, é de que haveria uma espécie de “conluio” com alguma funerária, que “pagava” por cada morte pois ficaria encarregada do funeral, que gira entre 3 mil a 7 mil Reais.
Imagem: redes sociais

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Mulher mata companheiro com facada, em Mairinque https://jornalsaoroque.com.br/mulher-mata-companheiro-com-facada-em-mairinque/ https://jornalsaoroque.com.br/mulher-mata-companheiro-com-facada-em-mairinque/#respond Sun, 11 Jan 2026 22:00:26 +0000 https://jornalsaoroque.com.br/?p=641 11/01/2026 – 18:55 Atualizado em 13/01/2026 – 11:05 Da redação Mulher mata companheiro com facada, em Mairinque Segundo apurado pelo Jornal São Roque, uma mulher identificada como Marilene matou seu companheiro com uma única facada, pois durante uma forte discussão a vítima, que já vinha apresentando comportamento violento, desferiu-lhe um tapa no rosto. Prevendo o pior e para se defender, Marilene pegou uma faca e atingiu o tórax da vítima. Conforme informado por J., cunhada de Marilene (que não quis se identificar), o casal tinha um relacionamento conturbado. Moravam em uma casa com 2 filhos menores, de um relacionamento anterior de Marilene, e o pai de Marilene mora em uma casa “parede com parede” com a casa da filha. O crime aconteceu na noite de sábado, 10 de janeiro, na rua Senador Lino de Matos, Granada, Mairinque (SP). J., muito nervosa, disse que Marilene sofria violência doméstica e apurou-se posteriormente que apesar das frequentes brigas e discussões, Marilene não lavrou boletins de ocorrência, sendo ignorados os motivos. O pai dela conta que no começo do relacionamento, há 1 ano e meio, a convivência era harmoniosa, mas com o passar do tempo as brigas e discussões começaram. Nos momentos anteriores ao crime, o pai de Marilene escutou uma forte discussão, e os filhos menores presenciaram tudo. Foi a própria Marilene quem chamou a polícia, e o SAMU constatou o óbito da vítima no local do crime. As autoridades disseram que a autora estava tentando estancar o sangue com alguns panos ou toalhas, prestando primeiros socorros, e que chorou quando foi comunicada do falecimento. Disse que não era aquilo que ela queria, que o amava. O corpo foi periciado no IML de Sorocaba. Marilene foi presa e encaminhada à delegacia de polícia de Mairinque, e a audiência de custódia ocorreu em 11/01/2026. O filho mais velho de Marilene, Maurício (maior de idade, não morava com a mãe) contou que quando chegou ao local dos fatos encontrou um dos menores, seu irmão, limpando o sangue do chão. A faca utilizada também foi limpa mas estranhamente não foi levada pelos peritos. Erro grosseiro, já que mesmo com a limpeza com detergente comum, o agente químico “luminol” consegue detectar manchas de sangue. Ainda, através de técnicas de medicina legal (tipo de corte, profundidade), seria possível confirmar se era a arma do crime ou não, sendo também possível descobrir a distância que separava o casal quando da facada – fatores importantes que podem em tese inocentar Marilene. Marilene não foi solta na audiência de custódia pois pesou contra ela o fato da facada ter sido no tórax – o que leva a óbito – e não em outro local do corpo da vitima, para imobilização (perna, por exemplo). Além disso, a cena do crime foi alterada – houve ao menos a limpeza da faca e do chão, onde havia sangue. Contudo, somente a perícia poderá dizer quão perto estava a vítima de Marilene quando da facada, e em crimes de ódio, onde realmente se deseja a morte, é padrão serem desferidos vários golpes (tiros, facadas, socos, pedradas). Também a favor de Marilene existe a previsão legal de que a mulher, seja em prisão provisória, cautelar ou definitiva, possa cumprir esse período em seu lar para cuidar dos filhos menores. Este direito é previsto também em tratados internacionais. Na visão do Jornal São Roque, o caso trata-se de legítima defesa. Se Marilene não tivesse se defendido, poderia ter sido mais uma vítima de feminicídio. Até o presente momento a família informou que ainda não conseguiu a contratação de um advogado. Imagem: Google Maps.

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Atualizado em 13/01/2026 – 11:05

Da redação

Mulher mata companheiro com facada, em Mairinque

Segundo apurado pelo Jornal São Roque, uma mulher identificada como Marilene matou seu companheiro com uma única facada, pois durante uma forte discussão a vítima, que já vinha apresentando comportamento violento, desferiu-lhe um tapa no rosto. Prevendo o pior e para se defender, Marilene pegou uma faca e atingiu o tórax da vítima.

Conforme informado por J., cunhada de Marilene (que não quis se identificar), o casal tinha um relacionamento conturbado. Moravam em uma casa com 2 filhos menores, de um relacionamento anterior de Marilene, e o pai de Marilene mora em uma casa “parede com parede” com a casa da filha.

O crime aconteceu na noite de sábado, 10 de janeiro, na rua Senador Lino de Matos, Granada, Mairinque (SP).

J., muito nervosa, disse que Marilene sofria violência doméstica e apurou-se posteriormente que apesar das frequentes brigas e discussões, Marilene não lavrou boletins de ocorrência, sendo ignorados os motivos. O pai dela conta que no começo do relacionamento, há 1 ano e meio, a convivência era harmoniosa, mas com o passar do tempo as brigas e discussões começaram.

Nos momentos anteriores ao crime, o pai de Marilene escutou uma forte discussão, e os filhos menores presenciaram tudo.

Foi a própria Marilene quem chamou a polícia, e o SAMU constatou o óbito da vítima no local do crime. As autoridades disseram que a autora estava tentando estancar o sangue com alguns panos ou toalhas, prestando primeiros socorros, e que chorou quando foi comunicada do falecimento. Disse que não era aquilo que ela queria, que o amava.

O corpo foi periciado no IML de Sorocaba.

Marilene foi presa e encaminhada à delegacia de polícia de Mairinque, e a audiência de custódia ocorreu em 11/01/2026.

O filho mais velho de Marilene, Maurício (maior de idade, não morava com a mãe) contou que quando chegou ao local dos fatos encontrou um dos menores, seu irmão, limpando o sangue do chão. A faca utilizada também foi limpa mas estranhamente não foi levada pelos peritos.

Erro grosseiro, já que mesmo com a limpeza com detergente comum, o agente químico “luminol” consegue detectar manchas de sangue. Ainda, através de técnicas de medicina legal (tipo de corte, profundidade), seria possível confirmar se era a arma do crime ou não, sendo também possível descobrir a distância que separava o casal quando da facada – fatores importantes que podem em tese inocentar Marilene.

Marilene não foi solta na audiência de custódia pois pesou contra ela o fato da facada ter sido no tórax – o que leva a óbito – e não em outro local do corpo da vitima, para imobilização (perna, por exemplo). Além disso, a cena do crime foi alterada – houve ao menos a limpeza da faca e do chão, onde havia sangue.

Contudo, somente a perícia poderá dizer quão perto estava a vítima de Marilene quando da facada, e em crimes de ódio, onde realmente se deseja a morte, é padrão serem desferidos vários golpes (tiros, facadas, socos, pedradas). Também a favor de Marilene existe a previsão legal de que a mulher, seja em prisão provisória, cautelar ou definitiva, possa cumprir esse período em seu lar para cuidar dos filhos menores. Este direito é previsto também em tratados internacionais.

Na visão do Jornal São Roque, o caso trata-se de legítima defesa. Se Marilene não tivesse se defendido, poderia ter sido mais uma vítima de feminicídio. Até o presente momento a família informou que ainda não conseguiu a contratação de um advogado.

Imagem: Google Maps.

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Mais de 1.000 presos não retornam após “saidinha” de fim de ano em SP https://jornalsaoroque.com.br/mais-de-1-000-presos-nao-retornam-apos-saidinha-de-fim-de-ano-em-sp/ https://jornalsaoroque.com.br/mais-de-1-000-presos-nao-retornam-apos-saidinha-de-fim-de-ano-em-sp/#respond Sun, 11 Jan 2026 13:19:10 +0000 https://jornalsaoroque.com.br/?p=619 11/01/2026 – 10:15 Da redação Mais de 1.000 presos não retornam após “saidinha” de fim de ano em SP A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) divulgou que 1.131 presos não retornaram aos presídios do estado após receberem o benefício da “saidinha”, como é conhecida a saída temporária, concedida no fim do ano passado (2025). Conforme apurado, foi autorizada a “saidinha” de 30.382 presos do regime semiaberto para o período entre 23 de dezembro de 2025 até o dia 5 de janeiro de 2026. Aproximadamente 3,72% dos presos não retornaram – e continuarão suas carreiras criminosas. De acordo com a lei, o preso é considerado foragido quando não retorna da “saidinha”. Quando ele é capturado, perde o benefício do regime semiaberto e volta a cumprir a pena em regime fechado. No regime semiaberto, o preso (ou “reeducando”) pode sair do presídio durante o dia para estudar ou trabalhar, devendo retornar ao presídio para todos os pernoites. Em tese, a prisão é uma medida extrema e serve para a ressocialização do criminoso. Ele tem o direito de trabalhar e estudar na prisão. Cada 3 dias de trabalho ou leitura de livros específicos (com entrega de resumo conforme padrões previstos em lei), ou ainda cursar EJA ou faculdade abate 1 dia da pena, alem de acelerar a progressão para regimes mais leves e o livramento condicional. O bom comportamento também é um parâmetro para a progressão do regime prisional. O trabalho interno (na prisão) e o externo são abrangidos pelo benefício, chamado de “remissão da pena”. Algumas decisões reconhecem que o trabalho doméstico para mulheres em prisão domiciliar também vale o benefício, assim como o cuidado com filhos menores, além da amamentação (dentro ou fora do presídio). Mas a realidade é outra. Presídios superlotados, falta d’água, comida estragada, ausência de condições nos presídios para trabalho, leitura ou estudo são comuns. Se por um lado existem presos irrecuperáveis (como o falecido Bandido da Luz Vermelha, Champinha, Chico Picadinho), outros presos realmente conseguem se ressocializar, abandonando suas carreiras criminosas. O Poder Executivo investe o mínimo possível no sistema prisional, e o que é “lindo” na lei – a ressocialização – acontece em uma porcentagem muito pequena de condenados. Então nós, cidadãos de bem, ficamos sujeitos aos criminosos em liberdade e fomos “premiados” em 2026 com mais de 1.000 detentos que não retornaram da “saidinha”. No Estado de São Paulo a SSP (Secretaria da Segurança Pública) usa o programa “Smart Sampa” e a iniciativa “Muralha Paulista”. Foi feita a integração de milhares de câmeras (públicas e privadas) de reconhecimento facial e de placas de veiculos. São identificados foragidos, procurados, pessoas desaparecidas e veículos roubados, e a SSP busca diariamente a expansão dos sistemas, com o acréscimo de mais câmeras. Em São Roque, há poucos dias, uma câmera do Smart Sampa (“smart” é uma palavra inglesa que signifca “esperto”) localizada na rodoviária fez a identificação de um criminoso, como noticiado em outra conceituada mídia de comunicação da cidade. A delegacia é ao lado da rodoviária, o que fez que em poucos minutos após o reconhecimento facial ocorresse a prisão do indivíduo. O Jornal São Roque recomenda aos moradores da cidade que observem onde estão os totens de segurança, que possuem um botão acionando diretamente a polícia. Imagem: Defensoria Publica do Paraná

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11/01/2026 – 10:15

Da redação

Mais de 1.000 presos não retornam após “saidinha” de fim de ano em SP

A Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo (SAP) divulgou que 1.131 presos não retornaram aos presídios do estado após receberem o benefício da “saidinha”, como é conhecida a saída temporária, concedida no fim do ano passado (2025). Conforme apurado, foi autorizada a “saidinha” de 30.382 presos do regime semiaberto para o período entre 23 de dezembro de 2025 até o dia 5 de janeiro de 2026. Aproximadamente 3,72% dos presos não retornaram – e continuarão suas carreiras criminosas.

De acordo com a lei, o preso é considerado foragido quando não retorna da “saidinha”. Quando ele é capturado, perde o benefício do regime semiaberto e volta a cumprir a pena em regime fechado. No regime semiaberto, o preso (ou “reeducando”) pode sair do presídio durante o dia para estudar ou trabalhar, devendo retornar ao presídio para todos os pernoites.

Em tese, a prisão é uma medida extrema e serve para a ressocialização do criminoso. Ele tem o direito de trabalhar e estudar na prisão. Cada 3 dias de trabalho ou leitura de livros específicos (com entrega de resumo conforme padrões previstos em lei), ou ainda cursar EJA ou faculdade abate 1 dia da pena, alem de acelerar a progressão para regimes mais leves e o livramento condicional. O bom comportamento também é um parâmetro para a progressão do regime prisional.

O trabalho interno (na prisão) e o externo são abrangidos pelo benefício, chamado de “remissão da pena”. Algumas decisões reconhecem que o trabalho doméstico para mulheres em prisão domiciliar também vale o benefício, assim como o cuidado com filhos menores, além da amamentação (dentro ou fora do presídio).

Mas a realidade é outra. Presídios superlotados, falta d’água, comida estragada, ausência de condições nos presídios para trabalho, leitura ou estudo são comuns. Se por um lado existem presos irrecuperáveis (como o falecido Bandido da Luz Vermelha, Champinha, Chico Picadinho), outros presos realmente conseguem se ressocializar, abandonando suas carreiras criminosas.

O Poder Executivo investe o mínimo possível no sistema prisional, e o que é “lindo” na lei – a ressocialização – acontece em uma porcentagem muito pequena de condenados. Então nós, cidadãos de bem, ficamos sujeitos aos criminosos em liberdade e fomos “premiados” em 2026 com mais de 1.000 detentos que não retornaram da “saidinha”.

No Estado de São Paulo a SSP (Secretaria da Segurança Pública) usa o programa “Smart Sampa” e a iniciativa “Muralha Paulista”. Foi feita a integração de milhares de câmeras (públicas e privadas) de reconhecimento facial e de placas de veiculos. São identificados foragidos, procurados, pessoas desaparecidas e veículos roubados, e a SSP busca diariamente a expansão dos sistemas, com o acréscimo de mais câmeras.

Em São Roque, há poucos dias, uma câmera do Smart Sampa (“smart” é uma palavra inglesa que signifca “esperto”) localizada na rodoviária fez a identificação de um criminoso, como noticiado em outra conceituada mídia de comunicação da cidade. A delegacia é ao lado da rodoviária, o que fez que em poucos minutos após o reconhecimento facial ocorresse a prisão do indivíduo.

O Jornal São Roque recomenda aos moradores da cidade que observem onde estão os totens de segurança, que possuem um botão acionando diretamente a polícia.

Imagem: Defensoria Publica do Paraná

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Residência é assaltada no Morada do Sol https://jornalsaoroque.com.br/residencia-e-assaltada-no-morada-do-sol/ https://jornalsaoroque.com.br/residencia-e-assaltada-no-morada-do-sol/#respond Fri, 19 Dec 2025 20:25:48 +0000 https://jornalsaoroque.com.br/?p=487 19/12/202 – 17:25 Da redação O Condomínio Porta do Sol, em Mairinque, foi alvo de um assalto na tarde de ontem. Uma casa foi invadida por quatro indivíduos fortemente armados (que usavam toucas semelhantes às do exército, para não serem identificados) após entrarem no condomínio pelos fundos de uma chácara, em condições ainda não esclarecidas. De acordo com informações, apenas uma funcionária da casa estava no local. A funcionária foi rendida enquanto estava trabalhando na parte externa da casa. Segundo apurado, ela foi amarrada e ameaçada pelos assaltantes. Eles permaneceram no local  e levaram diversos objetos da casa, incluindo o celular da funcionária e outros bens. Após a fuga dos assaltantes, a funcionária conseguiu pedir ajuda aos vizinhos na rua do condomínio. A policia foi acionada e apurou que um IPod foi rastreado em Paraisópolis (São Paulo – Capital), e investigações estão sendo feitas. Os moradores do condomínio pediram reforço na segurança, e a notícia espalhou-se para outros condomínios, que também estão preocupados com possíveis assaltos. Imagem: redes sociais.

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19/12/202 – 17:25

Da redação

O Condomínio Porta do Sol, em Mairinque, foi alvo de um assalto na tarde de ontem. Uma casa foi invadida por quatro indivíduos fortemente armados (que usavam toucas semelhantes às do exército, para não serem identificados) após entrarem no condomínio pelos fundos de uma chácara, em condições ainda não esclarecidas.

De acordo com informações, apenas uma funcionária da casa estava no local.

A funcionária foi rendida enquanto estava trabalhando na parte externa da casa. Segundo apurado, ela foi amarrada e ameaçada pelos assaltantes. Eles permaneceram no local  e levaram diversos objetos da casa, incluindo o celular da funcionária e outros bens.

Após a fuga dos assaltantes, a funcionária conseguiu pedir ajuda aos vizinhos na rua do condomínio. A policia foi acionada e apurou que um IPod foi rastreado em Paraisópolis (São Paulo – Capital), e investigações estão sendo feitas.

Os moradores do condomínio pediram reforço na segurança, e a notícia espalhou-se para outros condomínios, que também estão preocupados com possíveis assaltos.

Imagem: redes sociais.

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